Entendendo o Subversion(SVN)

Existem diversos sistemas de controle de versão, uns dos mais conhecidos são, CVS, SVN e GIT. Hoje vou falar sobre o SVN, uma ferramenta que trabalho diáriamente e muito utilizada por diversos projetos. O SVN é uma evolução do sistemas de controle de versão CVS.
A estrutura básica recomendada pelo svn book para um projeto é:
Projeto de Exemplo:
Trunk: Ambiente de desenvolvimento, onde diáriamente comitamos nossos fontes.
Branches: Responsável por guardar linhas de desenvolvimento a partir do trunk.
Tags: Responsável por guardar uma marcação de tempo para o projeto.
Também será necessário criar um branch de produção que guarda os fontes que foram testados e liberados para o cliente.
SVN numa equipe de desenvolvimento:
1 – Os programadores implementam suas funcionalidades e comitam no TRUNK.
2 – Após são gerados testes e correções no que foi comitado no TRUNK.
3 – Após e gerado o merge para o BRANCH de produção e gerado novos testes.
4 – Caso ocorra erro, corrige no trunk e realiza o merge novamente.
5 – Caso esteja tudo OK, é gerado uma TAG!
O trunk e o branch de produção podem ser chamados também de UNSTABLE e STABLE, ou seja, instável e estável.
Referências:
http://svnbook.red-bean.com/
http://wiki.ubuntu-br.org/Subversion
Bem… Se o artigo é para ajudar as pessoas, deveria explicar o que é “comitar”. Eu tô aprendendo agora e já li sobre “commit”, senão acharia que é uma palavra portuguesa que eu não conhecia.
E corrigindo você, é instável e estável.
Este post é voltando para as pessoas que já possuem um certo conhecimento sobre o SVN, mais agradeço a dica e voltarei a falar sobre o subversion mais detalhadamente, quem sabe já como um vídeo aula, “subversion na prática!”!
Correções realizadas e mais uma vez agradeço!